Nesta atividade, todos os dias são diferentes. Têm a estrada como escritório e é através dela que voam ao sabor da mobilidade dos passageiros. Pessoas anónimas com quem trocam silêncios, sorrisos, palavras. Há até quem chore no banco de trás. Quem conduz TVDE reconhece a liberdade, mas mostra alguma saudade do prestígio que esta profissão já teve noutros tempos. Hoje resistem, apaixonados pelas ruas, mas cativos de um sistema informático que não controlam.
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