São uma peça central de muitos bairros e localidades, quando as comunidades os aproveitam como ponto de encontro: os ringues para a prática de desporto podem ser mais do que futebol ou basquetebol. Isso depende dos residentes, mas também das autarquias. Fomos conhecer dois casos que não tiveram a mesma sorte.

Nuno Silva e outros moradores não desistiram do coração do bairro das Barrocas, em Almada. Começaram a organizar atividades há dois anos neste espaço da Cova da Piedade, não esquecendo outro ringue nesta freguesia que foi demolido.
“Sofremos muito com o desaparecimento do campo e soubemos que queriam destruir o campo [das Barrocas] para fazer um parque de estacionamento”, afirma Nuno Silva.
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