Quando a noite cai, os transportes continuam na rua. Mas há zonas que permanecem melhor servidas que outras. A partir dos dados dos operadores, fazemos uma análise às frequências e mostramos onde e a partir de que horas a oferta persiste ou desvanece.

Na área metropolitana de Lisboa, o entardecer é mais do que um regresso a casa. Para alguns é o ingresso na vida social e cultural. Para outros, o início do turno que se prolonga pela noite nos serviços essenciais que não podem parar. As necessidades de mobilidade não desaparecem com o chegar da noite, mas em que medida é que os transportes se mantêm apesar dela?
Os transportes noturnos são uma realidade comum na maioria das grandes cidades. Com mais ou menos frequências e conjugando diferentes modos, em 2019, 26 das 28 capitais europeias já eram servidas por uma operação ininterrupta de transportes públicos.
A cidade de Lisboa tem-nos desde 1998, quando foram introduzidas 10 linhas de madrugada na Carris. Com algumas adaptações, hoje mantêm-se sete percursos, que entre a meia noite e as seis da manhã asseguram a mobilidade interna da cidade de Lisboa e também a ligação aos concelhos vizinhos de Loures, Odivelas e Oeiras.




