O Metro de Lisboa revelou imagens do interior das futuras estações Estrela e Santos, bem como do novo átrio da estação Cais do Sodré. A futura Linha Verde circular deverá abrir ao público no primeiro trimestre de 2027, com mais de três anos de atraso.

Já há imagens das futuras estações Estrela e Santos, bem como do prolongamento da estação Cais do Sodré, dando-nos uma primeira visão concreta do aspecto que terão estes novos espaços quando abrirem portas no primeiro trimestre de 2027. Os vídeos surgem numa altura em que as obras de construção da linha circular avançam para uma fase de conclusão, prevendo-se a abertura ao público do anel circular (futura Linha Verde) no próximo ano.
As imagens mostram os interiores das novas novas estações que a cidade de Lisboa vai ganhar, bem como da sinalética da futura linha circular e os novos torniquetes de acesso (já encontrados na estação Martim Moniz, por exemplo). As futuras estações Estrela e Santos terão um átrio comum e central, à semelhança do que acontece em estações como o Rato e a Baixa-Chiado. A partir desse espaço, é possível descer para apanhar o metro.
A estação Estrela será a estação mais profunda de toda a rede do Metro de Lisboa, ficando a 54 metros abaixo da superfície, pelo que o acesso ao cais será feito exclusivamente por seis elevadores de grande capacidade. Esta estação terá uma entrada única, localizada no edifício do antigo Hospital Militar, junto ao Jardim e à Basílica da Estrela.

A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML) 
A futura estação Estrela (via ML)
Já a estação Santos ficará paralela à Avenida D. Carlos I, bem perto do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) e da Assembleia da República, e terá dois acessos: o principal junto ao Largo da Esperança, com escadas convencionais e escadas rolantes, e outro que dará acesso directo ao bairro da Madragoa, onde só existirá elevador.
Por fim, a estação do Cais do Sodré vai crescer com a criação de um novo átrio poente, que permitirá a entrada pela zona do Mercado da Ribeira, do lado interior, e pela zona das discotecas, junto ao rio. Haverá ainda novas ligações directas à Linha de Cascais. Tudo indica que a estação terá sido concebida pelos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Pedro Botelho já com reserva para uma futura expansão – isto é, o futuro átrio poente aproveita estruturas previstas ou deixadas preparadas desde a construção original de 1998.

O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML) 
O futuro novo acesso da estação Cais do Sodré (via ML)
Podes ver os vídeos aqui em baixo:
As imagens mostram as estações e átrios que a partir do início de 2027 a cidade de Lisboa terá à sua disposição com a nova Linha Circular, que será a futura Linha Verde. Ou seja, a Linha Verde vai englobar parte da actual Linha Amarela, que passará a ligar Odivelas a Telheiras, e passará a permitir viajar dentro do centro da capital com tempos de espera de três minutos nas horas de ponta, segundo está a prometer o Metro de Lisboa. A Linha Verde passará, assim, a ligar o transporte fluvial do Tejo e a Linha de Cascais, no Cais do Sodré, com a interface de transportes do Campo Grande, e ainda com o transporte ferroviário urbano de Sintra, Azambuja e Setúbal, bem como alguns serviços regionais e de longo curso, em Entrecampos.
A entrada em operação da Linha Circular, resultante da ligação entre o Rato e o Cais do Sodré via Estrela, vai concretizar-se com um atraso significativo face às previsões iniciais, que apontavam para o final de 2023. Quando a Linha Circular for uma realidade, também serão as novas carruagens do Metro de Lisboa, que a empresa tem vindo a receber no seu centro de operações na Pontinha. Inicialmente, a transportadora queria colocar as primeiras carruagens de nova geração em circulação no primeiro trimestre de 2025, mas tal não sucedeu.



















