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EMEL instala dois ecrãs para mostrar quantas pessoas pedalam pela cidade

Um deles fica no cruzamento da Duque d’Ávila com a Avenida da República, o outro na Alameda dos Oceanos, no Parque das Nações.

Fotografia de Lisboa Para Pessoas

Depois de instalados os 34 contadores por diversas ciclovias da cidade, a EMEL colocou no terreno os dois ecrãs de informação contratados à empresa vencedora do concurso público. Os ecrãs vão mostrar, praticamente em tempo real, dados do tráfego de ciclistas na cidade.

Um dos ecrãs está situado na Avenida Duque de Ávila, próximo da pastelaria Versailles, no cruzamento com a Avenida da República. O outro na Alameda dos Oceanos, na zona do Centro Comercial Vasco da Gama. “Neste momento, estamos a integrar os valores das contagens de bicicletas no displays de informação/mostradores de contagens, para que estes entrem em funcionamento com a maior brevidade”, informa a empresa.

Fotografia de Lisboa Para Pessoas

Os 34 sensores – constituídos por um poste alto e uma pequena câmara/radar apontada para a ciclovia – começaram a ser instalados pela cidade no início do Verão, e as últimas semanas foram dedicadas a testes e calibrações necessárias ao bom funcionamento dos equipamentos. Os dados facultados pelos contadores de bicicleta já estão disponíveis no site de dados abertos da EMEL, sendo acessíveis a qualquer pessoa. Para obter a informação é preciso fazer um registo, esperar por um e-mail com a chave API (que pode demorar) e inserir essa chave no site. Por fim, os dados vão poder ser encontrados na secção “Cycle Data”.

O portal de dados abertos da EMEL (captura de ecrã por Lisboa Para Pessoas)

O site Ciclovias.pt desenvolveu uma página temporária para agregar a informação dos contadores e torná-la mais acessível, mostrando-a através de gráficos interactivos.

Com o processo de calibração praticamente concluído, a EMEL enfrenta agora um problema de vandalismo em alguns dos sensores colocados. A empresa diz “lamentar estes actos que têm ocorrido nos últimos dias” com a colagem de autocolantes ou o desvio da câmara/radar para fora do alcance da ciclovia, por exemplo. O vandalismo, refere a EMEL, explica alguns valores desalinhados com o padrão esperado ou verificado para determinada ciclovia.

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